Poema que deu o título ao meu
com o mesmo nome
RUMOS INCERTOS
Sem leme, farol, nem rumo certo...
Navega o meu barco, no teu mar.
Singrando as lágrimas de amor incerto
Para, nas praias do prazer, chegar.
Todavia, soprado por ventos de ilusão...
Fustigado pelas tempestades do chorar,
Foi o meu flagelado coração,
Na terra do desengano, aportar!
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