segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O FEITIÇO DA MODA

              O FEIÇO DA MODA
                (comentário)

A moda anda de mãos dadas com o tempo. Chamamos a isso de ÉPOCA. Ela vem e vai...vai e vem. O que antes era "alta moda", entre ricos e nobres e que, ontem nos parecia "demodê", hoje, reaparece com toda força e está em "alta" até na social classe A. São as chamadas "tendências"...As pobres topmodels se esmeram, naquele seu peculiar andar, para sustentarem uma sofisticada coleção, na classe fashion, enobrecendo a alta costura. E, que moda! Eu diria, exótica demais. Ela não realça nem promove a beleza das modelos, que tanto se sacrificam nas passarelas. Elas sofrem, para materem-se esguias e elegantes sobre os saltos. Muitas vezes, poem em risco sua saúde, submetendo-se a pesados regimes alimentares e malhando muito, a fim de manterem-se longilíneas, satisfazer os apelos de estilistas famosos e dinamizar o mídia, favorecendo a demanda de renomadas grifes.
Entretanto, creio que elas deixam sua  beleza escorrer pelo ralo. Pode-se exergar o LINDO naqueles corpos magérrimos? Penso faltarem neles, aquelas sensuais curvas que tanto seduzem os homens e, são TUDO o que realmente lhes importa, ou não? Sabe-se que elas desfilam mais para agradarem às próprias mulheres, porém será que os homens pensam assim? Creio que não.
Extravagância, cores, luxo, requinte e elegância constituem uma boa soma aos seus olhos(deles). Será que o mesmo acontece com a sua libido?
Só eles, poderão responder.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PALAVRAS AO VENTO

             FANTASTIC MEETING!

Bateste na porta dos meus ouvidos...
Mandei-te entrar, com gestos distraidos.
Nossos egos se reconheceram
E...nossas almas se abraçaram.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ONDE VAI COMER?

              ONDE VAI COMER?
        (acróstico extraido do meu livro : O CRISTO EM CADA UM DE NÓS)

Wn maltrapilho e alquebrado velhinho,
Andar trôpego, mal cuidado, magrinho...
Longa e despenteada cabeleira prateada.
Da pálida face, comprida, não barbeada,
Inspeccionavam, dois olhos encovados,
Remexendo o lixo, pelo chão esparramado!

Virava e revirava a suja papeleira.
Impaciente, algo, suas mãos buscavam,
Entre moscas e a mal cheirosa sujeira.
Instinto de sobrevivência! Mania corriqueira.
Rútilo olhar! Esboçando um sorriso desdentado,
Abre a faminta boca, que recebe o sujo pão encontrado!

Obs. Tema extraido da vida real, numa época em que, a inflação era de oitenta por cento, salários defasados, desemprego e, a fome rondando o trabalhador brasileiro. Triste, não?!

Acróstico, é um tipo de poesia ou poema, em que se começa cada verso com a primeira letra do nome de alguém ou alguma coisa. Neste exemplo, prestei homenagem  a Waldir Vieira, que fazia parte do cast da
Rádio Nacional do Rio de Janeiro.